Dias atrás revivi momentos de minha infância na antiga chácara de meus avós.Hoje, um pedaço de terra sub-utilizado com uma casa que cheira infância e traz as marcas do tempo que não volta mais, mas que fez diferença na minha vida e de meus primos onde desfrutamos dias de férias e feriados prolongados.
O pomar ainda está lá. Abandonado, sem cuidado, sem poda, sem adubo. Mas as fruteiras teimam contra o tempo e estão carregadas de frutos diversos. E como é bom achar uma fruta madura e doce!
Uma fruta que amadurece naturalmente no pé é gostosa, mas achá-la no ponto certo é o que faz dela a melhor coisa em um pomar. Porque não basta amadurecer, é preciso ser aproveitada no seu tempo de amadurecimento. Mas às vezes as mais maduras e doces ficam escondidas entre as folhas onde nem os pássaros a encontram.
Uma fruta madura que nunca foi achada é uma fruta que nunca existiu. Sua beleza e seu sabor não foram úteis, passaram despercebidos e desconhecidos.
Assim é a nossa maturidade - resultado do tempo que já vivemos, de nossa experiência e de como aprendemos a lidar com cada uma delas - é preciso saber aproveitar o seu tempo.
A maturidade é apenas o ápice. É sinal que se chegou ao clímax. Logo, o que conta a partir de agora não é o tempo percorrido para a conquista da maturidade, mas quanto tempo ainda resta para o aproveitamento da maturidade.
Essa é a grande questão da maturidade, estar pronto e ser útil.
Essa é a grande questão da maturidade, estar pronto e ser útil.
O tempo passa, a maturidade vem e se ninguém viu é por permanecemos ocultos e não estamos sendo úteis.
Amadurecer é se abrir ao outro, é se dar sem reservas nem esperar recompensa, é saber menos que o outro para aprender mais.
Amadurecer é se abrir ao outro, é se dar sem reservas nem esperar recompensa, é saber menos que o outro para aprender mais.
Pense alem do senso comum...
Que bom que posso aproveitar junto com você da nossa maturidade..... te amo...
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