Uma voz clara e audível veio do meio da nuvem glorificada e Moisés foi chamado para um encontro com Deus: "Sobe a mim, ao monte, e fica lá" Ex 24.12.
Tão maravilhoso quanto ser chamado para um encontro com Deus foi o privilégio que os anciãos de Israel tiveram de presenciar este chamado. Estavam todos lá, com Moisés e Josué, ao pé do Monte Hermon. Os anciõas não subiram o monte com Moisés mas tiveram a visão celestial da presença de Deus (Ex 24.10) e diante dessa visão tiveram conhumão uns com os outros e com Deus.
Mas, com tudo o viram e experimentaram na presença do Senhor, o que fizeram? Murmuravam e exigiam sempre mais!
Não somos diferentes. Não importa o quanto Deus nos mostre sua presença sempre acharemos que é pouco, porque valorizamos muito mais nossos próprios desejos que a vontade perfeita e soberana de Deus. Rapidamente nos esquecemos da visão celestial que o Senhor nos deu e por ela nos chamou.
Paulo nos deixou seu testemunho de que, independente da situação que passava, sejam cadeias, naufrágios ou qualquer outra tribulação, ele não se esquecia da visão celestial no caminho de Damasco. E o apóstolo acrescentava: "Permaneço até o dia de hoje" At.26.22
Como um amigo costuma dizer, começar não é difícil, há sempre um entusiasmo, um fôlego, uma vontade a mais, mas continuar e concluir é sempre mais difícil. Não é atoa que Jesus disse que a porta é estreita, apertada! Muitos até passam por ela, mas se esquecem que o caminho também é estreito e será até o final.
Preciso permanecer. Nunca desanimar, porque o que me anima não são meus desejos realizados mas o prazer de saber que não fui desobediente à visão celestial.
Soli Deo Gloria
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